Sônia Bridi participa da II Semana do Clima da Amazônia, em Belém
Jornalista integra a abertura do evento na segunda-feira (29), no Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, em debate sobre desenvolvimento sustentável.
A capital paraense volta a centralizar as discussões globais sobre sustentabilidade com a realização de um dos principais fóruns ambientais da região. A jornalista Sônia Bridi é uma das participantes confirmadas na abertura da II Semana do Clima da Amazônia, que começa na próxima segunda-feira (29), às 9h, em Belém. Reconhecida por sua trajetória de destaque no jornalismo e por reportagens de impacto sobre meio ambiente, mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável, ela integrará a programação de abertura do evento, considerado o primeiro grande encontro climático realizado na capital paraense após a COP30.
Com larga experiência na cobertura de temas ambientais no Brasil e em diferentes países, Sônia Bridi trará para o debate reflexões baseadas em suas vivências de campo sobre as mudanças climáticas, os desafios enfrentados pela Amazônia e a importância da manutenção da floresta em pé para o equilíbrio climático global. Ao longo de sua carreira, a jornalista acompanhou expedições complexas, produziu documentários e reportagens especiais sobre os impactos reais da crise climática e tem contribuído ativamente para ampliar o debate público sobre sustentabilidade e conservação ambiental.
Justiça Climática e Economias Regenerativas
A II Semana do Clima da Amazônia, agendada para ocorrer entre os dias 29 de junho e 4 de julho, reunirá representantes da iniciativa privada, autoridades governamentais, membros da sociedade civil e lideranças comunitárias amazônicas. O objetivo central do fórum é debater e estruturar soluções práticas voltadas ao desenvolvimento sustentável, à justiça climática e ao fortalecimento de modelos baseados em economias regenerativas na Amazônia.
Além da programação de painéis e conferências oficiais, o evento contará com uma robusta agenda paralela formada por mais de 60 atividades autogestionadas. Essas ações, promovidas de forma independente por diversas organizações não governamentais, coletivos e institutos de pesquisa, visam ampliar os espaços de diálogo, a troca de experiências tradicionais e a construção de propostas multilaterais para enfrentar os desafios climáticos da região.











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