Forças Armadas e órgãos de segurança iniciam planejamento da Operação ÁGATA na Amazônia Oriental
Em ação estratégica para reforçar a soberania nacional e combater crimes transfronteiriços, Marinha, Exército e Força Aérea Brasileira unem forças com agências governamentais.
Mesa técnica de planejamento da Operação ÁGATA define as diretrizes BELÉM — A garantia da soberania nacional e o combate ostensivo ao crime organizado ganharam um novo capítulo na região norte do país. A Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira uniram novamente esforços para a deflagração da Operação ÁGATA Conjunta Amazônia Oriental. A iniciativa, que conta com a cooperação de órgãos de segurança pública e agências governamentais, visa comabeter ilícitos transfronteiriços e ampliar a segurança de quem vive na região.

União e Inteligência estratégica
A fase de planejamento operacional da operação foi oficialmente iniciada na última quinta-feira (21). Os trabalhos foram concentrados no Quartel-General Integrado do Comando Militar da Amazônia Oriental (CMAO), localizado na capital paraense.
A mesa de cooperação técnica destaca-se pela alta representatividade. Além dos comandos militares das três Forças Armadas, a abertura dos trabalhos reuniu gestores e especialistas da Agência Brasileira de Inteligência no Pará (ABIN), da Polícia Rodoviária Federal no Pará (PRF), da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (SEGUP) e do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).

Duas semanas de imersão e diretrizes
A complexidade geográfica da Amazônia exige um diagnóstico preciso e ações cirúrgicas. Por essa razão, uma equipe interagências estará dedicada exclusivamente ao planejamento estratégico ao longo de duas semanas.
Durante este período, o cronograma contempla instruções específicas para a apresentação das diretrizes iniciais, alinhamento de ideias-força, briefings detalhados de inteligência e a execução do Processo de Planejamento Conjunto. A meta é blindar as áreas mais remotas do país e consolidar a presença do Estado em regiões de fronteira e de difícil acesso, atacando rotas logísticas de organizações criminosas.












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